Em 1951,
Carlos Drummond de Andrade publicou o poema "Morte das casas em Ouro Preto", no livro "Claro Enigma": "Vai-se a rótula crivando / como a renda consumida / de um vestido funerário / E ruindo se vai a porta / Só a chuva monorrítmica / sobre a noite, sobre a história / goteja. Morrem as casas / Morrem, severas. É tempo / de fatigar-se a matéria / por muito servir ao homem / e de o barro dissolver-se / Nem parecia, na serra / que as coisas sempre cambiam / de si, em si. Hoje, vão-se".
Leia mais (01/17/2022 - 14h05)