O mesmo jornalismo que investiga tanta coisa, que de tanta coisa faz notícias, minudências, resíduos que escorrem das mesas das centrais de informação, faz há muitos meses um silêncio de morte sobre as investigações e os potenciais autores da sabotagem dos gasodutos Nord Stream 1 e 2, uma das mais significativas operações militares da guerra na Ucrânia, exterior ao território ucraniano