Bolsonaristas, aproveitem. Esta é uma das últimas crônicas que escreverei sobre seu
herói. Nos últimos cinco ou seis anos, conspurquei muitas vezes este espaço respingando na tela o nome Bolsonaro, pelo risco que ele representava para a democracia. Risco, aliás, fácil de prever desde a campanha eleitoral em 2018, dada a coerência histórica da extrema direita em seus discursos: pregação da antipolítica, obsessão pela corrupção (a alheia, claro) e a urgência de um líder messiânico, de "fora do sistema", para dar jeito no país. O objetivo, óbvio, era a ditadura -só não estava clara ainda a estratégia.
Leia mais (10/22/2025 - 08h00)