“Perguntam-me muito: ‘Como é que trabalhas num sítio tão pesado?’. Mas é exatamente o oposto, vejo muita esperança nos cuidados paliativos”
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Muitos ainda associam os cuidados paliativos a um lugar pesado, reservado ao fim e à ausência de esperança, mas a realidade pode ser outra. Esta semana, o médico João Paulo Correia explica como estes cuidados também são um espaço de presença, escuta e qualidade de vida. “Eu estava no 1º ano de medicina quando o meu pai recebeu um diagnóstico terminal. Na altura, nem sabia o que eram cuidados paliativos. Não existiam na Madeira. Hoje, tento dar aos meus doentes aquilo que eu não tive”, recorda. Ouça o novo episódio do podcast ‘Consulta Aberta’
