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Direita soma maioria no primeiro turno e mantém Lula sob pressão, mostra Genial/Quaest

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A rodada de fevereiro da pesquisa eleitoral realizada pela Genial Investimentos em parceria com a Quaest reforça que a eleição presidencial de 2026 está longe de um quadro consolidado. O levantamento, feito entre 5 e 9 de fevereiro com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e está registrado sob o número BR-00249/2026 no PesqEle Público.

Nos cenários estimulados de primeiro turno testados nesta rodada, o presidente Lula da Silva aparece com 30% das intenções de voto, liderando de forma isolada. O dado, porém, ganha outro significado quando observado em conjunto com o desempenho dos principais nomes da direita. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, registra 18%; o senador Flávio Bolsonaro, 15%; o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, 8%; o governador do Paraná, Ratinho Junior, 7%; e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, 4%. Brancos, nulos e indecisos somam 17%.

A leitura política desses números aponta para um cenário em que Lula mantém a dianteira individual, mas não detém maioria consolidada. A soma das candidaturas do campo conservador ultrapassa o percentual do presidente, o que indica a existência de um eleitorado oposicionista numericamente robusto, embora fragmentado. Essa dispersão é, ao mesmo tempo, um freio e uma oportunidade para a direita: impede que um nome isolado se aproxime imediatamente de Lula, mas mantém aberto o espaço para que uma candidatura se fortaleça caso consiga unificar parte desse campo.

Os cenários de segundo turno ajudam a dimensionar esse equilíbrio. No confronto entre Lula e Tarcísio de Freitas, o resultado é de 41% a 40%, dentro da margem de erro. Contra Romeu Zema, Lula registra 42% e o mineiro 38%. Diante de Ratinho Junior, o placar é de 43% a 37%. Já contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 44%, ante 38% do senador. Em todos os casos, entre 13% e 19% dos entrevistados declaram voto branco, nulo ou indecisão, o que revela um contingente capaz de alterar o desfecho conforme a campanha avance.

A análise do conjunto dos dados de fevereiro sugere que o ambiente eleitoral se assemelha a um ponto de transição. Lula preserva um núcleo fiel e aparece competitivo em todos os cenários, mas não demonstra, neste momento, capacidade de ampliar com folga sua vantagem. Do outro lado, a direita ainda não apresenta um polo dominante, mas soma forças suficientes para tornar qualquer segundo turno altamente disputado.

Esse quadro indica que a eleição de 2026 dependerá menos de lideranças já consolidadas e mais da dinâmica de reorganização do campo oposicionista e do comportamento do eleitorado indeciso. Com percentuais relevantes fora das candidaturas principais e margens estreitas nos confrontos diretos, a pesquisa de fevereiro retrata uma corrida aberta, sujeita a mudanças conforme a exposição dos pré-candidatos aumente e o cenário político-econômico evolua.

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