Campo Grande vai receber quase R$ 2,5 milhões por ano do Ministério da Saúde para atendimento de pacientes com doenças raras. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27) e oficializa a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) da Capital como Serviço de Referência na área. O dinheiro vai bancar equipe especializada e procedimentos como consultas, exames diagnósticos e acompanhamento clínico. Do total anual, cerca de R$ 497 mil são destinados ao custeio da equipe e R$ 1,99 milhão para exames e atendimentos. Esse repasse será feito mês a mês, com média de pouco mais de R$ 200 mil e o recurso começa a valer a partir de março de 2026. Na prática, isso significa que os atendimentos realizados pela unidade passam a ter financiamento federal garantido pelo SUS, conforme a produção registrada nos sistemas oficiais. O serviço atenderá casos como anomalias congênitas, deficiência intelectual associada a doenças raras, erros inatos do metabolismo, doenças raras infecciosas e também oferecerá aconselhamento genético.