António Manuel Ribeiro (UHF): “Estava a gravar em estúdio e mandei uma bojarda, daquelas coisas que saem. Só que nesse dia a Amália Rodrigues chegou mais cedo…”
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“A Amália andava a gravar e tinha um dia por semana de estúdio. Às seis horas das quintas-feiras, tínhamos todos de sair porque ela entrava com o seu séquito”. António Manuel Ribeiro, dos UHF, relembra, no Posto Emissor, o dia em que conheceu Amália Rodrigues
