No próximo 1º de junho,
Marilyn Monroe faria cem anos. Talvez mais do que aconteceria com qualquer outra celebridade, seremos avassalados por material a seu respeito -pena que concentrado nas perguntas que sua morte, em 1962, aos 36 anos, deixou em aberto.
Hollywood a destruiu? Foi assassinada pela CIA a mando do presidente John Kennedy, com quem tivera um caso? Teria cometido suicídio? Cada livro dos mais de 1.500 sobre ela até agora explora uma das opções. Na dupla qualidade de viúvo e estudioso de Marilyn, também cheguei a algumas conclusões.
Leia mais (04/11/2026 - 08h00)