Добавить новость
ru24.net
World News
Апрель
2026
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29
30

Greve nos Correios pode afetar 30% das entregas na Capital

0
Servidores de dois centros de distribuição dos Correios de Campo Grande aprovaram greve por tempo indeterminado a partir de hoje (29). Eles se reuniram em assembleias que começaram por volta das 8h, tiveram café da manhã coletivo e discursos ao lado de carros de som tocando "Banquete de Hipócritas", "Corda no Pescoço" e "Milho aos Pombos".  A paralisação pode impactar cerca de 30% das entregas em Campo Grande, segundo estima o presidente do Sintect-MS (Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares de Mato Grosso do Sul), Wilton dos Santos Lopes.  A medida é motivada pelo anúncio do fechamento dos centros de distribuição da zona leste (no Jardim São Lourenço) e da zona oeste (na Vila Alba) da Capital. Um deles encerrará as atividades em maio e outro em junho, de acordo com Wilton. Como resultado, cerca de 80 servidores terão que ser transferidos para outros centros de distribuição. Ainda segundo o sindicalista, já está definido que os que trabalham na zona leste serão conduzidos para o centro de distribuição que fica em frente à rodoviária da Capital e os que trabalham na zona oeste ficarão no centro de distribuição Guanandi, localizado próximo ao Jardim Leblon.  Reestruturação - A estratégia faz parte da reestruturação nacional dos Correios, motivada pela crise financeira na estatal, que perdura há anos. Wilton questiona o fato de os efeitos para os trabalhadores não terem sido considerados no plano.  Se houver perda de função após a transferência, um servidor poderá perder até 30% do salário, a depender da mudança. Além disso, o sindicato aponta que os trabalhadores podem acabar amontoados em locais que já têm problemas e não têm condições de comportar tanta gente.  "Que reestruturação é essa? Essa greve tem a ver com fechamento das unidades e precarização dos serviços. Foi anunciado o fechamento das unidades, mas estão é fazendo precarização. Ela pode resultar em mais fechamentos de unidades de Campo Grande e de pedidos de demissão voluntária de trabalhadores", afirma o presidente da entidade. O carteiro motorizado Luciano Duran, 50 anos, trabalha no centro de distribuição oeste há 12 anos. Ele não sabe qual será sua função no novo local. Teme perder parte da renda, caso tenha que ocupar o posto de carteiro de bicicleta ou de funcionário interno.  "Eu vim para cá porque morava longe de onde eu trabalhava. Agora, eu moro perto. Fechando aqui, vou para a região norte ou para região do Guanandi, que ficam longe da minha casa. Só que a minha principal preocupação nem é essa, mas sim a redução salarial, que vai implicar no meu rendimento para pagar as minhas contas", contesta o servidor. Como serão recebidos - A secretária de administração e finanças do Sintect-MS, Elaine Regina de Souza, afirma que a entidade vai acompanhar como os servidores transferidos serão recebidos nos novos postos, mas que não tem boas perspectivas. "Nós estamos brigando neste primeiro momento pelo não fechamento das unidades, mas caso a gente não consiga, teremos que analisar como os servidores serão recebidos na outra unidade. Nós não estamos vendo os Correios realizarem readequações estruturais para receber a nova equipe em locais já precarizados, sem climatização, insalubres para trabalho", detalha.  O que dizem os Correios - A reportagem procurou a assessoria de imprensa regional dos Correios e aguarda o envio do posicionamento sobre a greve e as transferências para adicionar à matéria.



Moscow.media
Частные объявления сегодня





Rss.plus
















Музыкальные новости




























Спорт в России и мире

Новости спорта


Новости тенниса