Dizem-me que a
geração Z, a dos nascidos a partir de 2000, está desenvolvendo um surpreendente interesse pelos relógios de ponteiros. Surpreendente porque poucos objetos serão hoje tão inúteis, ainda mais para uma turma que nunca viu uma caneta-tinteiro, um par de abotoaduras ou um urinol, e, se apresentada a eles, não saberá para que servem. Além disso, se se trata de ver as horas, estamos cercados de
relógios digitais, na rua, no computador, no celular. Com isso, o
relógio de pulso, que substituiu o antigo cebolão de bolso, parecia estar mais aposentado até do que o de cuco. E, de repente, ei-lo nos mais inesperados pulsos.
Leia mais (05/03/2026 - 08h00)