Estudantes alemães sepultam esqueleto
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Ao contrário de muitos modelos mais recentes, esse esqueleto não era feito de plástico. O Niran, como os estudantes o batizaram, foi uma pessoa real -muito provavelmente um homem da Índia. E esse não é um caso isolado.
Uma indústria avaliada em milhões de dólares promoveu o envio de esqueletos da Índia para instituições ocidentais. Isso começou no período colonial britânico e durou por quase dois séculos. Leia mais (06/10/2026 - 18h58)
