O cenário brasileiro contemporâneo é marcado pela onipresença das plataformas de apostas de quota fixa,
as bets. Presentes no
horário nobre da televisão, nos uniformes dos clubes de futebol e até na tela do celular de cada cidadão, essa expansão agressiva recai sobre uma estrutura social já fragilizada. O perfil majoritário dos apostadores é composto por
indivíduos das classes C, D e E -cerca de 80% dos usuários-, na faixa dos 30 aos 49 anos, público-alvo de uma indústria que opera com margens elevadíssimas e estratégias de marketing de alta precisão.
Leia mais (07/12/2026 - 22h00)