Em 25 de julho, a convenção do
PL exibiu um vídeo em que a
inteligência artificial devolvia ao ex-presidente
Jair Bolsonaro a
voz e a imagem para pedir votos ao filho
Flávio. O
caso foi parar no Tribunal Superior Eleitoral (
TSE), rendeu manchetes e virou símbolo de uma eleição supostamente sequestrada pelas máquinas. Falta responder à pergunta mais simples: quem mudou de voto por causa daquele vídeo? Quem já era bolsonarista seguiu sendo. Quem não era não se converteu diante de um avatar.
Leia mais (10/02/2026 - 22h00)