Um objeto e um acontecimento moldaram Colleen, que, por sua vez, intrigada e abalada, moldou a sua música. Um sintetizador encontrado por acaso no estúdio de um amigo da artista francesa e um atentado, o de Paris, em dezembro de 2015, deram-nos “A Flame My Love, a Frequency”. Um álbum sobre o que sobra da vida e de nós, depois da morte.
Ao longo desta semana continuamos a escrever sobre os álbuns que tornaram os dias deste ano um bocadinho melhores