Numa manhã de janeiro, Susanne Bücker, médica de família em Berlim, acordou preocupada.
As eleições nacionais estavam se aproximando, e o defensor mais ferrenho do presidente
Donald Trump,
Elon Musk, estava publicamente apoiando o partido de extrema direita da
Alemanha, a Alternativa para a Alemanha (AfD), cujos líderes têm proferido slogans nazistas e minimizado o Holocausto. Bücker enviou uma carta aos seus vizinhos.
Leia mais (05/31/2025 - 06h00)