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Sem espaço para o desânimo, saúde foi escolhida como palavra de 2026

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Depois de um ano desafiador, o que resta é esperar por algo melhor em 2026. Pelo menos esse é o clima no centro da cidade. Por lá, as pessoas se recusam a desanimar e, embora o sentimento seja de boas expectativas, pela Rua 14 de Julho o que mais apareceu não foi a palavra esperança, mas sim saúde em primeiro lugar e paz em segundo. Pode até parecer clichê as duas juntas, mas não faltaram sorrisos e relatos do porquê de terem escolhido elas. Juarez do Amaral, 65 anos, é especialista em telhados e não faz rodeios. Se tivesse que escolher uma única palavra, ficaria com saúde. O resto, segundo ele, “a gente corre atrás”. Juarez trabalha com manta asfáltica no Centro há 25 anos, muitas vezes sozinho. “O desafio é sempre o mesmo, conquistar mais alguma coisa e pensar no futuro, preparar para a velhice porque ela vem. Quero investir em imóveis para alugar e completar o salário da aposentadoria”, comenta. Antes de entrar na área, ele foi professor por dez anos em Rondônia, onde lecionou da 1ª à 4ª série na zona rural. Quando chegou à cidade, fez curso de veterinária, foi taxista e hoje trabalha por conta própria. “A palavra, como sempre, é esperança, saúde e paz, mas se fosse escolher uma seria a saúde. O resto a gente corre atrás. Esse ano foi muito bom, nota 10”, afirma. Juarez conhece todos os tipos de telhado, dos franceses, que já não são mais fabricados, aos americanos. Na Rua 14 de Julho, explica que sabe o nome de cada telha. Por lá, conta ter restaurado vários telhados. Eliane Ivanil da Silva, 53 anos, trabalha desde abril em uma barraca de pastel na Rua Barão do Rio Branco. Para ela, a palavra passa antes pela fé. “Papai do céu é tudo”, resume. A paz também aparece como essencial, principalmente para estar bem com as pessoas. No fim, acaba ficando com a palavra paz. “Acho que a paz define. A gente precisa muito disso, estar bem com as pessoas. Em 2026, acho que temos que melhorar muitas coisas, somos muito imperfeitos. Estou mais esperançosa para o ano que vem”, diz. Ela conta que sempre trabalhou com vendas e que os produtos já foram desde bolão e gelinho até pano de prato, queijo e doce. “Gosto desse ramo, de interagir com os clientes, vender e sorrir.” Antônio Flozindo Duarte, 67 anos, é mototaxista há 28 anos e escolheu outra palavra, mas o tom é parecido. Para ele, a palavra é paz. E não por acaso. “O mundo está muito odioso, uma confusão danada”, afirma, criticando o que chama de predominância da mentira no Brasil. Natural da Bahia, chegou à capital sul-mato-grossense há 43 anos. “Meu ano foi ótimo, o dia a dia foi bom, não tem como reclamar.” Antônio é aposentado, mas não pensa em largar o trabalho tão cedo. Já João Vicente Ferreira, 65 anos, conta que não consegue escolher uma única palavra, mas, entre saúde e paz, prefere a primeira. Para ele, 2025 foi um ano complicado, cheio de problemas familiares, que ele espera resolver em 2026. Para isso, diz precisar de muita paz e saúde, acima de tudo. “A palavra pra mim será saúde e paz. Se desse pra escolher uma só, seria saúde, porque o resto a gente corre atrás. Tendo saúde, tem tudo. Meu ano de 2025 foi fraco, não foi bom. Foi um ano ruim, com problemas de família. Para o próximo ano, vai resolver essa situação, se Deus quiser.”



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