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Master foi liquidado por "profunda e crônica crise de liquidez" que comprometeu a "capacidade para satisfazer seus compromissos". Por "grave e reiterado descumprimento de normas", em "particular quanto à manutenção dos níveis regulamentares de recolhimentos compulsórios" e gestão de riscos de crédito e liquidez.
Por "prática de ilícitos graves no âmbito de operações de cessão de ativos a terceiros". É o que escreveu o Banco Central em esclarecimentos prestados ao TCU (Tribunal de Contas da União) em 18 de dezembro de 2025.
Leia mais (01/11/2026 - 08h00)