Quando a
inteligência artificial escreve um soneto ou um romance, quem é o autor? A pergunta, que parece saída do 1984, é hoje urgente e prática. Ela nos obriga a revisitar um texto quase centenário, "A Obra de
Arte na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica", de
Walter Benjamin. O filósofo alemão, ao analisar o impacto da fotografia e do
cinema, diagnosticou a "perda da aura" da obra de arte, deslocada de seu "aqui e agora" ritualístico pela cópia infinita.
Leia mais (01/18/2026 - 22h00)