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Com desapropriação em curso, Jóquei Clube estuda construir novo espaço em Goiânia ou na Região Metropolitana

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A presidente do Jóquei Clube de Goiás, Nívea Cristina, não descarta a construção de uma nova sede social para a entidade. Em entrevista ao Jornal Opção, ela contou que a nova diretoria analisa diferentes cenários, caso se confirme a desapropriação da atual unidade, localizada no Setor Central. Entre as possibilidades está a transferência do espaço de convivência e das atividades esportivas para o próprio Hipódromo da Lagoinha, ou a implantação de uma nova estrutura, em outra área de Goiânia ou da Região Metropolitana.

“A nossa intenção é construir um novo Jockey, com uma sede social, áreas esportivas e um memorial próprio”, contou Nívea ao Jornal Opção, acrescentando que, no momento, a diretoria trabalha para transferir a sede administrativa do clube para o Hipódromo da Lagoinha. “Pode ser junto ao próprio hipódromo ou em outro local. Por exemplo, a região da GO-020 chama a nossa atenção pela vocação natural para o esporte. Lá se concentram o autódromo, campos de golfe, triatlo e outros clubes. Mas não descartamos nada, inclusive ir para alguma cidade da região metropolitana. Tudo está em análise”, explicou.

Segundo a presidente, a permanência no espaço do hipódromo também depende de outras conversas e negociações com a Prefeitura de Goiânia. “O maior problema não é a sede, mas o hipódromo. Lá, o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) anual é de R$ 13 milhões, e o valor venal está em R$ 300 milhões. Isso não reflete a realidade; a alíquota aplicada fica distorcida. Há locais maiores que pagam valores menores”, pontuou.

Nívea aponta que não adiantaria nada resolver o problema envolvendo a sede administrativa e deixar o Hipódromo da Lagoinha com R$ 13 milhões anuais de IPTU. “Precisamos entender a base de cálculo, a capacidade contributiva, a atividade desenvolvida, comparar com outros clubes. Esse diálogo já foi iniciado e o prefeito Sandro Mabel (UB) manifestou disposição em buscar soluções”, afirmou a presidente.

A nova diretoria informa que aguarda dados da Prefeitura de Goiânia sobre as dívidas dos dois imóveis, incluindo o valor de IPTU devido pelo hipódromo. A partir dessas informações, a diretoria avaliará alternativas para a continuidade do clube. Como dito anteriormente, nenhuma hipótese está descartada, inclusive há planos para a sede no Centro de Goiânia, caso a administração municipal desista da desapropriação.

No momento, enquanto aguarda a conclusão do processo de desapropriação, a diretoria do Jockey pretende manter a zeladoria do espaço localizado na Avenida Anhanguera. O objetivo é garantir a limpeza da área, evitando o crescimento de mato e o acúmulo de água parada.

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Plano “A”

Com o processo de desapropriação da sede social, o plano principal é reestruturar o espaço do Hipódromo da Lagoinha para colocá-lo novamente em operação. Conforme relatado anteriormente ao Jornal Opção, a proposta é retomar as corridas de cavalo no local. No entanto, ela cita que é preciso manter a carta-patente do Ministério da Agricultura, que autoriza as corridas, hoje sob risco de perda.

“Precisamos dialogar com Ministério da Agricultura, Agrodefesa, Receita Federal, CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Goiás) e outros órgãos. Queremos regularizar tudo, inclusive o hospital veterinário do hipódromo, que pode virar espaço de ensino em parceria com universidade. Até conversamos com a UNIGOIÁS (Centro Universitário de Goiás) a respeito, mas ainda é inicial”, contou a presidente.

Plano “Z”

Caso o processo de desapropriação da sede social no Setor Central de Goiânia não avance e área fique com o Jóquei Clube, ela conta que há planos de parcerias. “Se a Prefeitura de Goiânia desistir da desapropriação, pensamos em parcerias com a iniciativa privada para revitalização e operação do espaço”, mencionou.

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