A INB, estatal brasileira que detém o monopólio da produção de urânio no país, espera desde o início do governo Lula a publicação de um decreto que estabelece os critérios de como devem ser feitas as parcerias da empresa com companhias privadas. De acordo com pessoas a par do assunto, vários rascunhos desse decreto já foram apresentados por técnicos do Ministério de Minas e Energia, mas nenhum chegou a avançar.
Leia mais (02/09/2026 - 12h00)