Em uma parada no trajeto que o leva de volta à sua cidade natal, o arruinado barão Béla Wenckheim observa, pela janela do trem, uma mulher que tenta fazer o retrato de um menino. Fosse outro livro, veríamos a dupla apenas pelos olhos do protagonista, mas neste aqui saímos do vagão e, em uma digressão sem desdobramentos futuros, habitamos por três páginas a consciência da fotógrafa, até saltarmos de volta ao trem, que dá um tranco e segue viagem.
Leia mais (02/13/2026 - 20h55)