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Comida é 1° passo para garantir dignidade a quem vive na rua, diz Dom Dimas

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A fome tem pressa. Com essa constatação, o arcebispo metropolitano de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, iniciou a Campanha da Fraternidade na manhã desta Quarta-feira de Cinzas (18), reforçando que dar um prato de comida ao próximo é o primeiro passo para garantir a dignidade das pessoas que vivem em situação de rua. A iniciativa da Igreja Católica tem como tema este ano “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), propondo uma reflexão sobre a dignidade da habitação como expressão concreta da fé cristã e do compromisso social. "É, como é que eu faço questão de dizer, o saco vazio não para em pé. A gente diz que a fome tem pressa. Então, a pessoa, seja quem for, se está com fome, está com pressa. Então, dar de comer a quem tem fome é uma das obras de misericórdia. E pra quem tá ali na sarjeta, uma quentinha vai fazer toda a diferença", disse o arcebispo. Dom Dimas aponta que essa é apenas uma das atuações possíveis. "Com a campanha, buscamos fortalecer aquilo que já existe em âmbito de Igreja. Várias paróquias já servem alimentação para a população de rua. Movimentos que vão atrás das pessoas que moram em moradias precárias, que passam outros tipos de necessidades. Agora é preciso ser criativos e as comunidades se organizarem, daí a parceria com o poder público é essencial, de modo que se transcenda, se vá além nessas iniciativas", completa. O arcebispo mora em Campo Grande há 15 anos e, durante o lançamento da Campanha, relatou que viu o problema de pessoas em situação de rua crescer ano após ano. Segundo ele, este era um problema quase inexistente. Hoje, somente na Capital, há cerca de 50 favelas, além das pessoas em situação de vulnerabilidade. Por isso, este ano a atuação da Igreja Católica não ficará restrita a ações sociais. A Arquidiocese de Campo Grande estabeleceu os primeiros contatos com os poderes Executivo e Legislativo estadual e municipal. O objetivo é que, em parceria com a Câmara Municipal de Campo Grande, seja realizada uma audiência pública para debater o déficit habitacional e medidas para acolher as pessoas em situação de rua. Na prática - Dom Dimas reconhece que a alimentação é apenas o primeiro passo. Ele cita outras frentes em que a Igreja atua para ajudar as pessoas a deixarem as ruas, como as casas de acolhimento São Francisco e Santa Clara de Assis, que atendem homens e mulheres, respectivamente. Segundo ele, o trabalho desenvolvido nestas instituições exige estrutura física, estrutura humana com psicólogos e assistentes sociais, além do custo de manutenção. O arcebispo também citou o exemplo da Paróquia São José de Anchieta, no Bairro Marcos Roberto, em Campo Grande, que oferece café da manhã, banho quente , corte de cabelo e barba, almoço e roupas para devolver dignidade a quem fez da calçada o seu endereço.  "Não é normal termos mais de mil pessoas em situação de rua, não é normal ver pessoas disputando lixo para achar comida. Isso não pode ser normal aos nossos olhos, muito menos a nossa fé. Enquanto Igreja não vamos desistir de ninguém, por mais vulnerável que seja. Precisamos enxergar o Cristo nos nossos irmãos”, padre Gustavo Winkler. A ação acontece nos últimos sábados de cada mês há quase 1 ano. O projeto sobrevive exclusivamente de voluntariado e doações e conta com o apoio do SEAS (Serviço Especializado em Abordagem Social), que realiza a busca ativa e garante encaminhamentos para unidades de acolhimento. Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .



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