Já tínhamos a lei que não pega, consagrada na expressão popular. Agora temos o projeto de lei, não importando sua urgência, legitimidade ou necessidade moral, cuja aprovação depende da conveniência, da simpatia, do humor, das condições sazonais (o "voto impopular" em ano eleitoral) e sobretudo da influência de lobistas.
Leia mais (02/27/2026 - 09h00)