"Os amores de Safo, a própria Safo, são irrepetíveis e pertencem à história; mas seu poema está vivo", escreveu o poeta e crítico mexicano
Octavio Paz no ensaio "A consagração do instante". O poema segue vivo porque a cada leitura é reencarnado para sempre no presente. Suspender o tempo enquanto assume a sucessão histórica, essa aparente contradição, é algo que um poema lírico é capaz de fazer.
Leia mais (02/27/2026 - 15h00)