Freira foi estuprada e morta por asfixia dentro do convento, aponta investigação da Polícia Civil
A Polícia Civil do Paraná concluiu nesta sexta-feira, 27, o inquérito que apura a morte da irmã Nadia Gavanski, de 82 anos, no município de Ivaí, nos Campos Gerais. De acordo com o laudo pericial, a religiosa foi vítima de estupro e morreu por asfixia após a invasão do convento onde vivia. O suspeito, cuja identidade não foi divulgada, confessou ter asfixiado a vítima depois de ser confrontado por ela no pátio da instituição.
Segundo o delegado Hugo Santos Fonseca, responsável pelo caso, a perícia técnica confirmou a violência sexual e afastou versões que buscavam minimizar a natureza dos atos. “A perícia técnica refutou as versões que tentavam minimizar a natureza sexual dos atos”, afirmou.
Em depoimento, o investigado declarou que teria ouvido “vozes” ordenando que matasse alguém após o consumo de drogas e álcool. A polícia, no entanto, não identificou elementos que descaracterizem a responsabilidade penal do suspeito até o momento.
O homem foi indiciado por homicídio qualificado, estupro qualificado, resistência e violação de domicílio. Conforme a investigação, ele possui antecedentes criminais por roubo e violência doméstica e havia sido colocado em liberdade provisória no fim de dezembro de 2025.
A identificação do autor foi reforçada pelo depoimento de uma fotógrafa que trabalhava em um evento realizado no convento no dia do crime. Ela registrou imagens do suspeito, que apresentava comportamento nervoso e manchas de sangue nas roupas. À testemunha, o homem chegou a afirmar que seria funcionário da instituição, informação posteriormente desmentida.
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