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O que diz a Anvisa sobre substância que teria causado morte de empresária após procedimento estético em Goiás

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A morte da empresária Isabel Cristina Oyama Jacinto Gonzaga, de 59 anos, após complicações depois de um procedimento com polimetilmetacrilato (PMMA) em Goiânia, lançou atenção para as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o uso da substância.

Segundo a agência, o produto tem registro para uso médico em situações reparadoras e corretivas, e não é indicado para procedimentos com finalidade estética.

O PMMA é um tipo de preenchedor cuja aplicação, de acordo com a Anvisa, deve ser feita por médico ou cirurgião-dentista habilitado. O uso autorizado pela agência se restringe a casos como correção volumétrica facial e corporal em pacientes com sequelas de doenças, como poliomielite, e correção de lipodistrofia associada ao uso de medicamentos antirretrovirais em pessoas com HIV/Aids.

A agência informa que o profissional responsável pelo procedimento deve definir a quantidade aplicada conforme a necessidade clínica do paciente e as orientações técnicas do produto. A Anvisa também destaca que o paciente tem direito de receber a chamada etiqueta de rastreabilidade, documento com dados como número de registro, lote, validade e fabricante do material utilizado.

Segundo a orientação do órgão, essa etiqueta é importante para identificação do produto em caso de intercorrências ou eventos adversos após o procedimento.

Morte de Isabel Oyama

O caso ganhou repercussão após a morte de Isabel, mãe do vereador Júnior Gonzaga, de Leopoldo de Bulhões. De acordo informações já divulgadas, ela foi submetida em 10 de fevereiro a um procedimento com PMMA em uma clínica no Setor Marista, em Goiânia, com objetivo de remodelação dos glúteos.

Depois da intervenção, Isabel apresentou piora progressiva no quadro de saúde, com sintomas como vômito, dores abdominais e arritmia cardíaca. Ela foi atendida inicialmente em Anápolis, transferida depois para o Centro Hospitalar Ânima e morreu no último domingo, 8.

Em nota ao Jornal Opção, o Instituto de Longevidade informou que a paciente passou por dois procedimentos distintos e afirmou que as intercorrências relatadas estariam associadas a uma subcisão para correção estética de celulite, e não ao procedimento com PMMA. A clínica também comunicou que a conduta da médica responsável está sob análise interna.

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