Nas últimas décadas, o debate sobre as relações comerciais entre Brasil,
Estados Unidos e
Europa tem sido quase integralmente capturado por uma narrativa binária: a política e a
economia. De um lado, analistas geopolíticos discutem o tabuleiro de influências e as alianças estratégicas; de outro, economistas debruçam-se sobre balanças comerciais, déficits e o impacto cambial. No entanto, há um elo perdido nessa análise que é fundamental para a estabilidade das nações: o Direito.
Leia mais (03/12/2026 - 07h00)