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Desacreditada em imobiliária, Jéssica vira a Corretora do Povo

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A história da Corretora do Povo  Jéssica Martins, 41 anos, não começa em uma imobiliária elegante, nem em um escritório cheio de contratos. Começa atrás de um caixa de supermercado, atendendo gente o dia inteiro, aprendendo ali uma habilidade que mais tarde viraria seu maior trunfo: ouvir as pessoas. Hoje ela roda Campo Grande inteira mostrando casas, apartamentos e ajudando clientes a resolver problemas que muitos corretores preferem evitar. Faz tudo no seu Celta 2012, duas portas, sem ar-condicionado, mas que cumpre fielmente a missão de levar Jéssica até onde o cliente está. É desse jeito, simples e direto, que nasceu a fama que hoje corre de boca em boca: “a Corretora do Povo ”. Mas antes da virada, teve humilhação. “Disseram que eu não tinha perfil”, conta. Jéssica entrou no mercado imobiliário depois de passar por diferentes profissões. Já foi operadora de caixa, fez faculdade de pedagogia, trabalhou com crianças e também em cartório. Sempre lidando com gente. A corretagem apareceu quase por acaso. “Algumas pessoas começaram a falar que eu tinha perfil para a área, porque eu gosto de conversar, sou comunicativa. Fiz o curso e tirei o CRECI”, lembra. Animada com a nova carreira, conseguiu uma vaga em uma imobiliária. Mas a experiência terminou de forma brusca. “Eu fiquei dez meses e me mandaram embora. Disseram que eu não tinha perfil para ser corretora”, conta. Ela saiu chorando. “Fiquei muito desmotivada. Pensei que talvez aquilo realmente não fosse para mim”. Quem não deixou ela desistir foi o marido. “Ele falou: ‘Quem são eles para dizer que você não tem perfil? Você vai trabalhar por conta própria’”. E foi o que ela fez e a primeira venda que mudou tudo Jéssica começou sozinha, atendendo clientes indicados por amigos. Sem Instagram, sem estrutura, sem equipe. Até que apareceu um casal com uma situação complicada: renda de cerca de R$ 1.800, um bebê pequeno, morando de aluguel e sem dinheiro para entrada. Outros corretores já tinham dito que não dava. Mas Jéssica resolveu tentar. “Eu falei: Deus, me ajuda aí. Se eles vieram até mim é porque eu tenho que ajudar”. Ela correu atrás de documentação, conversou com contatos do cartório, buscou alternativas. Duas semanas depois, veio a resposta: financiamento aprovado com zero de entrada. Quando ligou para dar a notícia, o casal chorou no telefone. “Aquilo ali foi a virada. Eu percebi que eu podia realmente ajudar as pessoas”, conta. Hoje, o diferencial de Jéssica não está apenas na venda, está no caminho até ela. Muitos clientes chegam dizendo que não conseguem financiar porque têm nome sujo, documentação perdida ou renda baixa. Em vez de dispensar o atendimento, ela faz o contrário. “Eu pego na mão mesmo. Falo: vamos limpar seu nome primeiro. Paga isso aqui, parcela aquilo ali. Depois volta aqui que a gente tenta o financiamento”. Ela ajuda cliente a recuperar documento, reorganizar dívida e entender o processo. Alguns ficam meses nesse caminho. “Tem cliente que manda mensagem há sete meses: ‘Jéssica, paguei mais uma dívida’. Eu falo: vai dar certo, vamos conseguir”. E geralmente conseguem. Entre uma visita e outra, Jéssica roda a cidade no seu Celta 2012, sem ar-condicionado, sem direção hidráulica, mas cheio de histórias. “É nesse carro que eu levo os clientes para ver casa no sol quente mesmo”, brinca. A simplicidade virou até marca da corretora. Tanto que ela já pensa em colocar um adesivo grande atrás do carro com o nome que ganhou nas redes:   Corretora do Povo . Para Jéssica, o maior erro de muitos profissionais da área é julgar o cliente pela conta bancária. “Tem gente que ganha R$ 2.500 e acha que nunca vai conseguir comprar um imóvel. A pessoa já chega desmotivada”. Ela acredita que muitos corretores reforçam esse sentimento. “A pessoa fala que passou por cinco corretores e ninguém explicou nada para ela”. É justamente aí que ela entra. “Se eu puder ajudar, eu vou até o fim”. A mudança de carreira também transformou a rotina da corretora. Mãe da pequena Maria Fernanda, de 6 anos, ela diz que hoje consegue ter uma vida mais presente. “Antes eu trabalhava o dia inteiro. Agora consigo levar na escola, buscar, organizar minha rotina”. A decisão de mudar tudo veio justamente quando virou mãe. “Eu queria estar mais presente na vida dela”. Hoje Jéssica vende, aluga imóveis e também faz intermediação de aluguel com menos burocracia, muitas vezes aceitando apenas um calção e um aluguel adiantado. A lógica é simples. “Quem mora de aluguel geralmente não tem dinheiro para pagar três calções”. Por isso as casas que ela administra costumam alugar rápido. Mas no fundo, o que move a corretora não é só contrato fechado. É quando alguém finalmente consegue sair do aluguel. Quando a pessoa fala que conseguiu comprar a casa dela… isso não tem preço”, finaliza  Quer comprar um imóvel ou alugar, fale com Jéssica pelo WhatsApp (Clique aqui) Acompanhe o trabalho dela também pelo Instagram @corretora.dopovo .



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