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Brasil envelheceu. Mas envelheceu mal. A frase pode soar incômoda, sobretudo porque a
longevidade costuma ser apresentada como sinal de progresso. "Vive-se mais", repete-se, como se isso bastasse para celebrar. Só que há uma diferença brutal entre viver mais e
envelhecer com dignidade. No Brasil, essa dignidade está longe de ser uma conquista universal. Tornou-se privilégio.
Leia mais (03/25/2026 - 22h00)