O uso em processos judiciais de gravações feitas por câmeras corporais da polícia tem enfrentado obstáculos no
Rio de Janeiro e em
São Paulo. Eles consistem em falhas na operação do equipamento, como ocorrências sem registro por bateria descarregada, e problemas no armazenamento e acesso ao conteúdo, com links expirados, além de obstrução deliberada praticada pelos agentes. O cenário afeta tanto a Promotoria e Defensoria Pública quanto juízes e desembargadores que decidem sobre os casos.
Leia mais (03/27/2026 - 12h45)