"Queremos viver e para tanto temos que oferecer a morte." Momentos antes, o anófele autor dessa frase pousou na pele do alvo e sugou seu sangue. A picada, diz o mosquito, significava não o fim, mas o começo. Nesse caso, para a transmissão dos plasmódios da malária para uma jornalista alemã que viajava a lazer com o objetivo de conhecer a Amazônia.
Leia mais (04/04/2026 - 06h00)