Se eu pudesse descrever a morte, certamente seria algo parecido com o que vivi na última semana. Por isso não teve coluna. Apresentei
mais um quadro dissociativo. Não falava coisa com coisa, não conseguia ficar perto do
meu cachorro, aliás, esqueci dele por um bom tempo.
Leia mais (04/06/2026 - 12h15)