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“É um ato discriminatório”, diz Willian Veloso após deixar o PL e enfrentar resistência no Novo

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O vereador de Goiânia Willian Veloso deixou o PL para se filiar ao Novo no último dia da janela partidária, encerrada no sábado, 4, com o objetivo de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás em 2026. A mudança, segundo ele, foi construída como parte de uma estratégia eleitoral, mas o cenário dentro da nova legenda tem sido marcado por tensões, críticas internas e, nas palavras do parlamentar, até indícios de discriminação.

Veloso afirmou ao Jornal Opção que a decisão de migrar para o Novo ocorreu após diálogo com lideranças do PL, que avaliaram que sua candidatura teria mais viabilidade em uma chapa menor e mais competitiva. No entanto, ao chegar ao novo partido, o vereador relata que passou a enfrentar resistência de integrantes da própria sigla.

“É lamentável. Eu me filio, me coloco como pré-candidato e, antes mesmo da convenção, já existem falas de que eu não serei candidato. Isso não faz sentido. A convenção é quem decide”, afirmou.

O parlamentar diz que a situação causa estranheza, sobretudo por não haver qualquer impedimento legal ou partidário para sua pré-candidatura. Segundo ele, a antecipação de decisões por parte de um grupo interno desrespeita o próprio funcionamento democrático da legenda.

Além das divergências políticas, Veloso levanta a hipótese de preconceito como um dos fatores por trás da resistência. Cadeirante há cerca de 40 anos, ele afirma que não recebeu explicações claras sobre as dificuldades enfrentadas dentro do partido.

“Diante de tudo que eu apresento [ficha limpa, mandato, atuação pública] me assusta não haver justificativa. Eu não quero acreditar, mas não sobra outra explicação que não seja um ato discriminatório”, disse.

O vereador também afirma que representa diversos segmentos, como o setor produtivo, o agronegócio e as igrejas evangélicas, além de ter atuação consolidada em pautas sociais. Para ele, a resistência interna não se sustenta diante de seu histórico político.

Nos bastidores, Veloso aponta ainda para um ambiente de divisão dentro do Novo em Goiás. Segundo ele, há influência de um grupo específico na condução das decisões partidárias, o que estaria dificultando o diálogo e a construção coletiva da chapa.

“Me foi dito que há um grupo que acaba interferindo diretamente nessas decisões. Isso preocupa, porque o partido precisa seguir critérios legais, com transparência”, afirmou.

Apesar das críticas, o vereador diz que pretende permanecer na legenda e disputar espaço dentro das regras partidárias. Ele aposta no potencial de crescimento do Novo no estado e na possibilidade de formação de uma chapa competitiva.

Entre os nomes citados por Veloso como possíveis integrantes do grupo estão o vereador Welton Lemos, além de lideranças como Leandro Sena, Misair, Santana Gomes e Paulo Vitor.

Mesmo diante das dificuldades, o parlamentar afirma que continuará buscando diálogo e que não pretende abrir mão de disputar a convenção. “Eu não abro mão dos meus direitos. A convenção é o espaço legítimo para definir quem será candidato. É isso que precisa ser respeitado”, concluiu.

Leia também: Gustavo Mendanha nega disputa ao governo de Goiás e diz que segue no páreo para vice de Daniel Vilela

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