Eu estava terminando o doutorado no Impa (Instituto de
Matemática e Pesquisas Aplicadas), ao final dos anos 1980, quando a comunidade matemática internacional recebeu, com alívio, a notícia de que o problema de Dulac tinha, finalmente, sido resolvido. Melhor ainda, havia duas soluções bem diferentes, devidas a dois destacados matemáticos: Yulij Ilyashenko, de
Moscou, e Jean Écalle, de
Paris. Parecia o final feliz de uma história tão velha quanto o século 20.
Leia mais (04/07/2026 - 23h00)