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Cão de casal preso por assassinato é deixado em casa alugada e vive em abandono

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Um cachorro da raça chow-chow, que pertence ao casal preso pelo assassinato de Maria de Fátima Alves, de 40 anos, está em situação de abandono em uma casa alugada na Rua Albino Caldart, no Bairro Moreninhas, em Campo Grande. O animal permanece sozinho no imóvel em meio a fezes acumuladas na varanda e vem sendo alimentado por vizinhos desde que os tutores foram presos. Segundo relato de uma moradora à reportagem, a residência está desocupada desde que os antigos moradores foram presos. Antes, havia 4 cães no local, mas 3 foram levados por familiares, restando apenas o chow-chow. “Já tem meses que ele está aí sozinho. Eu alimento, mas não conseguimos entrar na casa. Já tentei ligar para vários órgãos e ninguém resolve”, disse. No vídeo enviado à reportagem, é possível ver grande quantidade de fezes espalhadas pela varanda, além de uma cadeira quebrada e um saco de ração rasgado. O animal permanece no imóvel sem cuidados adequados. Ainda conforme apurado, os antigos moradores da casa são investigados pelo assassinato de Maria de Fátima Alves, de 40 anos. O crime ocorreu em 2 de dezembro do ano passado. A vítima foi encontrada no dia seguinte, com ferimentos causados por disparos de arma de fogo, às margens de uma rodovia em Campo Grande. De acordo com a investigação, Maria de Fátima havia saído de outro estado e estava na Capital há cerca de 3 meses, após fugir de um relacionamento violento. Sem condições financeiras, ela vivia em situação de vulnerabilidade. No dia do crime, a mulher teria ido até a casa da prima para buscar a carteira de trabalho. Durante a visita, conforme a polícia, ela encontrou drogas escondidas no imóvel. Temendo serem denunciados, a prima, de 31 anos, e o marido, de 41, teriam decidido matar a vítima. Desde então, o cachorro permanece no local sem assistência direta dos tutores. Moradores da região relatam dificuldade em conseguir apoio de órgãos públicos para o resgate do animal.  A DECAT (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista) informou à reportagem que o caso não chegou à unidade, e mesmo que o portão da residência esteja cadeado, é necessário acionar a Subea (Superintendência do Bem-Estar Animal). O Campo Grande News tentou contato com a superintendência e aguarda retorno.



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