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Filho fala de legado de ex-secretário e continuidade da engenharia na família

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O legado da engenharia deixado por Renato Katayama atravessou gerações e pôde ser acompanhado por ele ainda em vida. “Hoje somos três engenheiros na família: meu pai, eu e meu filho”, destacou Bruno Katayama, de 51 anos, ao lembrar que o pai viu o neto ingressar na área aos 16 anos. O engenheiro, de 81 anos, está sendo velado nesta sexta-feira (10), em Campo Grande, após morrer na quinta-feira, em decorrência de problemas cardíacos. Renato foi secretário de Obras no governo de Pedro Pedrossian, entre 1991 e 1995, e também presidiu o Creci-MS (Conselho Regional de Corretores de Imóveis). Ao longo da carreira, participou de obras importantes na Capital, incluindo alguns dos primeiros prédios da Rua 14 de Julho. O velório é realizado na capela do Cemitério Jardim das Palmeiras e reúne familiares, amigos e colegas que prestam as últimas homenagens. No local, Bruno descreveu o pai como uma pessoa bondosa, honesta e simples. “Ele fazia de tudo para agradar. A gente construiu muitas histórias juntos, principalmente na pescaria, que era algo que ele amava. Isso é o que fica”, afirmou. Um dos momentos mais marcantes recentes para a família foi a aprovação do neto de Renato em uma universidade federal para cursar engenharia, ainda aos 16 anos. Segundo Bruno, o pai acompanhou de perto a conquista, que simboliza a continuidade do legado familiar na profissão. “Foi uma alegria enorme para ele. Ele conseguiu ver isso acontecendo”, contou. Renato também foi lembrado como pioneiro na área de impermeabilização na engenharia local, especialidade que o filho dá continuidade atualmente, inclusive com palestras sobre o tema. “Ele respirava engenharia”, disse Bruno. A esposa, Vera Lúcia Soares Katayama, de 75 anos, com quem foi casado por 54 anos, destacou o companheirismo e a personalidade do marido. “Foi um marido maravilhoso, pai exemplar, muito dócil. Nunca reclamava de nada, nem mesmo após o acidente. Sempre nos colocava para cima”, afirmou. O acidente ocorreu em 2000, durante uma expedição no Pantanal. Renato sobreviveu, mas enfrentou complicações de saúde ao longo dos anos, incluindo uma trombose que resultou, recentemente, na amputação das pernas. Apesar das dificuldades, manteve o bom humor e o otimismo, características frequentemente lembradas por quem conviveu com ele. Durante o velório, amigos compartilharam histórias e destacaram a generosidade do engenheiro, que abriu portas e marcou a vida de muitas pessoas. “Em qualquer lugar que eu chego e digo que sou filho do Renato, as pessoas o conhecem. Ele conquistou isso pela forma como tratava todo mundo”, completou Bruno. O velório de Renato Katayama ocorre na Capela Jardim das Palmeiras, localizada na Avenida Tamandaré, nº 6.934, no bairro Jardim Seminário. Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .



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