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Dourados tem 5 mil notificações e investiga mais uma morte por chikungunya

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O Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública de Dourados investiga mais uma morte de paciente com sintomas de chikungunya, que se tornou epidemia e levou o município à situação de emergência. Seis pessoas já morreram em decorrência da doença e outros dois óbitos estão em investigação. A vítima mais recente é um homem de 63 anos, morador no perímetro urbano, que apresentou os sintomas no dia 7 deste mês e morreu nesta segunda-feira (13) no Hospital Unimed. É o segundo óbito em investigação fora da reserva indígena. O outro é de uma menina de 10 anos, ocorrido no dia 7 de abril. Epicentro do surto de chikungunya, que em poucas semanas se tornou epidemia, o território indígena formado pelas aldeias Bororó e Jaguapiru era o endereço das seis vítimas confirmadas e da terceira ainda em investigação (um adolescente de 12 anos). O Relatório Epidemiológico Diário de hoje mostra que Dourados atingiu, nas últimas 24 horas, o número de 5.000 notificações, das quais 714 foram descartadas, 1.634 confirmadas e 2.652 estão em investigação. São 3.572 casos prováveis em todo o município. Até a manhã desta segunda-feira, 43 pessoas com confirmação ou suspeita de chikungunya estavam internadas em 7 hospitais de Dourados. São 16 no HU (Hospital Universitário) da UFGD, 9 no Hospital Regional, 6 no Hospital Porta da Esperança (dentro da reserva), 5 no Hospital da Cassems, 3 no Hospital Evangélico, 2 no Hospital da Vida e 2 no Hospital Unimed. Região complicada De acordo com a prefeitura, o homem que morreu nesta segunda-feira morava no Parque das Nações II (região leste), onde ocorre forte avanço da doença. As notificações de casos suspeitos dispararam nessa região da cidade e mesmo assim parte dos moradores não colabora com as ações de combate aos focos. As equipes de saúde têm encontrado dificuldade para fazer ações preventivas nos imóveis. “Não estamos conseguindo instalar as Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs), espécie de armadilhas que funcionam com recipientes com água e uma tela impregnada com larvicida que chega a reduzir em até 66% os focos do mosquito Aedes aegypti”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, coordenador do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública. Segundo ele, alguns moradores estão impedindo a instalação das Estações por acreditarem que as armadilhas vão atrair o Aedes aegypti para dentro de casa ou para o quintal. “Na verdade, o mosquito já está lá e nossa intenção é conter os focos”, explica o secretário. O Informe Epidemiológico cita que a curva de positividade de chikungunya em Dourados se mantém em níveis extremamente elevados, indicando intensa circulação viral.



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