A
presença digital de crianças e jovens que atuam como pastores em igrejas pentecostais chamou a atenção de especialistas e autoridades nos últimos meses. Além de admiradores, os pregadores mirins -e as igrejas- receberam críticas, mensagens de deboche e ataques. Os
casos geraram ainda alertas sobre adultização e exploração dos menores.
Leia mais (04/16/2026 - 05h00)