Se há um viés cognitivo de ampla penetração, é a falácia do mundo justo -a ideia de que, no final, as pessoas receberão o que merecem. Somos condicionados desde criancinhas a crer nessa lorota. Ela está presente nas histórias infantis (vilões são sempre punidos), nas religiões (papai do céu recompensa os bons e castiga os maus) e até em justificações ideológicas (discurso da meritocracia). Aparece também em
eleições.
Leia mais (04/16/2026 - 14h56)