Toda vez que o
ouro volta ao centro da geopolítica global, a
Amazônia entra de novo
na mira. A
guerra entre EUA e Irã recolocou o metal no radar dos mercados, dos investidores e da indústria extrativa. Do lado de cá, porém, isso não aparece como oportunidade, mas como pressão sobre territórios, assédio a lideranças, avanço do
garimpo,
violência e reciclagem de velhos projetos minerários como se fossem solução inevitável.
Leia mais (04/18/2026 - 22h00)