"Pode me chamar de Bu, que nem o barulho do fantasma, ou de Buhr, pode me chamar do que quiser. Se quiser falar que eu sou cantora, pode falar, mas eu acho cantore massa. Também gosto de elu, em vez de ela, mas nada me ofende, não. Eu só me encontrei nessa nova definição, pessoa não binária, aí meu nome não fazia mais sentido. Mas não mudei documento, nada disso. E decidi falar a respeito porque também quero ouvir todo mundo", me diz
Burh, assim, tudo de uma vez, como as coisas costumam acontecer no discurso dela, que não parece conter as palavras que surgem nos pensamentos.
Leia mais (04/18/2026 - 23h00)