Os cubanos passaram, nos últimos anos, a recorrer cada vez mais ao mercado ilegal para obter medicamentos, em meio à
falta de produtos em hospitais e farmácias estatais. Em Havana, lojas clandestinas se multiplicaram pelas ruas, com remédios, produtos de higiene e insumos hospitalares básicos geralmente trazidos do exterior e vendidos sem garantia de origem nem necessidade de receita.
Leia mais (04/26/2026 - 23h00)