Quando Douglas Christian de Almeida, 30, acordou do coma após 17 dias, estava algemado. Sem parte da mandíbula, atingido por dois tiros de fuzil, ele diz que não conseguia entender por que era vigiado nem a restrição a visitas. Sua última lembrança haviam sido os disparos de policiais militares contra seu carro, no dia da
Operação Contenção, na Penha e no Alemão, na zona norte do
Rio de Janeiro.
Leia mais (04/27/2026 - 23h00)