Há uns anos participei, em
Brasília, de um seminário com autoridades policiais e penitenciárias. Apresentei resultados de pesquisa sobre as diferenças entre
CV e
PCC. Disse que, na ponta, seus terceirizados podem até se parecer: o jovem que vende droga na esquina ou rouba na garupa da moto. Mas quem os organiza opera de modos distintos, exigindo diferentes políticas de segurança.
Leia mais (08/17/2026 - 07h00)