Supremo em chamas
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Estamos diante de um jogo político de final imprevisível. Além de ajudar a destruir a reputação do magistrado que julgou e prendeu o golpista Jair Bolsonaro (seu chefe, de quem foi ministro da Justiça, arbitrário e submisso), os estilhaços da granada de André Mendonça também acertam o procurador-geral da República Paulo Gonet, promovendo uma espécie de desagravo silencioso à memória do sumido e melancólico Augusto Aras, que tanto envergonhou a instituição. Leia mais (09/02/2026 - 00h29)
