Aos 13 anos, eu, Deivyd, depositava minha esperança de mudar de vida no campo de futebol. Não era só minha: era a do meu pai, do meu irmão e de quase todo garoto da minha escola. Pouquíssimos chegariam ao profissional, mas havia uma rota: treinar e tentar entrar em campo. Hoje, um jovem nem precisa entrar em campo para receber uma promessa parecida. Basta apostar em quem está nele.
Leia mais (10/03/2026 - 08h00)