Flávio Bolsonaro é indigno até da derrota. Não é por acaso que não a aceita. Está no pedigree. Para o primeiro debate com
Lula, na Band, entre uma mentira e outra, e antes de lhe corrigirem o rumo, o primogênito de Jair quis incorporar o padre Kelmon. Encarnou o agente do caos, a irresponsabilidade do malandro contra a maturidade do homem de Estado.
Leia mais (10/29/2026 - 12h00)