O jornalista e roteirista Jorge Tadeu da Silva, 62, mora com a família em um sobrado limpo e organizado no Jabaquara, zona sul de
São Paulo. O cheiro de combustível e de queimado, perceptível só no seu imaginário, porém, permanece lá há três décadas para ele. É a memória olfativa de uma das maiores tragédias aéreas do país. "O cheiro é o mais difícil de apagar das lembranças."
Leia mais (10/30/2026 - 23h00)