Добавить новость
ru24.net
World News in Portuguese
Октябрь
2016
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31

Palácio abandonado dos Romanov será nova atração em São Petersburgo


Complexo passará por extensa reforma sob tutela da petrolífera Rosneft

O Palácio Ropsha, uma residência do século 18 nos arredores de São Petersburgo, construída por ordem do então tsar Piotr, o Grande, será alugada para a petrolífera estatal Rosneft por 99 anos.

O contrato, segundo o ministro da Cultura russo, Vladímir Medinski, permitirá à empresa restaurar o palácio, atualmente em estado de abandono, para depois criar acesso aos turistas.

Palácio multiuso

O complexo arquitetônico Ropsha, que compreende um palácio e um parque, foi construído no século 18 para servir de residência da família imperial Romanov.

A propriedade foi erguida por decreto de Piotr, o Grande, e seu projeto se espelha em Carlsbad (cidade tcheca conhecida como Karlovy Vary).

Durante o reinado da imperatriz Elizabeth, o arquiteto italiano Bartolomeo Rastrelli ajudou a levantar um novo palácio de dois andares e um extenso jardim a seu redor.

Depois de Catarina 2ª, a Grande, usurpar seu marido, Piotr 3º, ela o enviou para Ropsha, onde o imperador morreu sob circunstâncias misteriosas.

Após a Revolução de Outubro, o palácio foi nacionalizado e, em 1944, acabou sendo incendiado pelas tropas alemãs em retirada. A propriedade foi restaurada ao fim da guerra e passou a ser usada para fins militares: primeiro foi ocupada pela unidade de verão, e, depois, pelo batalhão de proteção química do Distrito Militar de Leningrado.

Foto do Palácio Ropsha antes de 1917 Foto: Arquivo

Em diferentes períodos, o terreno do Ropsha foi usado para criação de aves, gado, peixes e cultivo agrícola. Nos anos 1960, porém, foi colocado sob a proteção do Estado e, ao final da década seguinte, desativado.

O custo do abandono

Apesar de o complexo Ropsha ter sido incluído na lista de Patrimônio Mundial da Unesco ainda em 1990 e ser um monumento de importância federal, a maioria dos edifícios inseridos na propriedade estão em ruínas.

O palácio foi severamente danificado por vários incêndios no final dos anos 1980 e início dos 90. Além disso, em 2015, cinco colunas no pórtico do palácio colapsaram. Foi então que o Ministério da Cultura russo alocou US$ 240 mil para uma operação urgente para salvar o monumento.

No entanto, segundo os funcionários envolvidos, muitas das peças do Ropsha estão excessivamente destruídas, e algumas, como pontes e estruturas hidráulicas, sem capacidade de recuperação. Isso significa que o custo total da restauração poderá ser superior a US$ 80 milhões.

Restauração de complexo exigirá investimento de US$ 80 mi Foto: Kommersant

Privatização de monumentos

Devido aos custos elevados e às grandes dificuldades para restaurar objetos do patrimônio cultural, nem sempre é possível alocar recursos do orçamento federal para esse tipo de trabalho. Nestes casos, empresas e clientes comerciais são muitas vezes convidados a financiar os projetos.

Por exemplo, o VTB Bank e fábrica de bebidas alcóolicas Gatchina custearam a maior parte da restauração do Palácio Gatchina, também, nos entornos de São Petersburgo, embora o monumento permaneça sendo de propriedade do governo.

Além da opção de leiloar ou alugar objetos do patrimônio cultural, o Estado pode ditar as condições para sua renovação, conforme a lei de privatização de monumentos regionais e federais, em vigor desde 1º de janeiro de 2008.

Existem mais de 100 exemplos de monumentos privatizados com condições para restauração no país, entre eles o recém-inaugurado complexo Nova Holanda, em São Petersburgo, que foi reconstruído com recursos do magnata Roman Abramovitch.

Com a agência de notícias Tass

Quer receber as principais notícias sobre a Rússia em seu e-mail? Clique aqui para assinar nossa newsletter.




Moscow.media
Частные объявления сегодня





Rss.plus
















Музыкальные новости




























Спорт в России и мире

Новости спорта


Новости тенниса