Somos livres? Essa pergunta é cansativa. Deixemo-la para os iniciantes. Uma coisa é discutir liberdade no âmbito de algum autor específico, outra coisa é fazê-lo a céu aberto, tipo "liberdade é...". Principalmente depois da contracultura, esse assunto se transformou, na melhor das hipóteses, num debate vazio acerca de produtos dentro da esfera do marketing de comportamento -criado na sequência da contracultura-, ou, na pior das hipóteses, coisa de picareta, vendendo dicas infantis de "como ser livre, em sendo mulher...", por exemplo.
Leia mais (07/12/2026 - 23h00)